somos ainda do mesmo tamanho.
As coisas que à nossa volta estão
é que mudam de tamanho.
Parece que crescemos mas não crescemos,
foram as coisas grandes que há,
o amor que há, a esperança que há,
que ficaram mais pequenos.
Estão agora tão distantes
que às vezes já mal as vemos.
Por isso parece que crescemos
e somos maiores que antes.
Mas somos ainda como antes,
talvez até mais pequenos
quando o amor e o resto estão distantes
que nem vemos como estão distantes.
Julgamos então que somos grandes
e já nem isso compreendemos!
Manuel António Pina
11 comentários:
Grande ensinamento :)!
(Já enviei um email com o meu mail :), ontem. Espero que tenha visto :))
*Beijinhos*
Que texto lindo. Dá que pensar e faz-nos olhar para nós...
Gostei muito, como sempre.
Beijinhos
lol
Gostei muito. Passaste lá na minha «amiga»?
Tem um texto lindo sobre adopção...
Bjs grandes
lindo
:)
Lindo!
bjos
Cristina
Porque é que quando somos pequenos queremos ser grandes?
Temos a triste ilusão que será melhor, que podemos decidir por nós, que podemos sair sem dar satisfações a ninguém, que..., que..., que...
E depois chegados lá queremos ser pequeninos outra vez, porque descobrimos que:
"Julgamos então que somos grandes
e já nem isso compreendemos!"
Estes poemas, supostamente infantis, são absolutamente deliciosos.
Nem que seja por um bocadinho, ajudam gente grande a ser pequena outra vez.
Desejo para a Luísa que o amor e a esperança nunca mudem de tamanho.
PS.
O escritor Paulo Coelho, dizia noutro dia numa crónica, que a esperança é o maior bem da humanidade e que só ela nos pode salvar.
Agora deixaste-me a pensar!!!!
Beijinhos e bom fim-de-semana
Adorei!!!!
É bem verdade!
Ainda bem que alguns de nós continuam pequenos e assim se querem manter :)
beijocas grandes
Sábias palavras!
Para reflectir, sem dúvida...
ADOREI!
Bjokas grandes
Enviar um comentário