26/03/2009

No meu tempo a cabra respondia assim: eu sou cabra cabriola tenho dentes de seixola, roço mato, roço silvas e roço-te a ti se lá vou fora


Autor: Xosé Ballesteros

Ilustrador: Óscar Villán

Editora: Kalandraka

Neste livro, responde "Pois eu sou a cabra cabrez e se não te vais, salto-te em cima e faço-te em três."

O Coelhinho Branco refere-se a ela nestes termos:

"...estava lá a cabra cabressa que me salta em cima e parte-me a cabeça."
"
...estava lá a cabra cabraz que, se me salta em cima ainda me desfaz."
"...
estava lá a cabra cabracha que, se me salta em cima, ainda me esborracha."

"...estava lá a cabra cabrenta que, se me salta em cima, me rebenta."

A própria da cabra caprina:

"Já cá está a cabra cabressa que, se não saem depressa daqui, saltará em cima da vossa cabeça. " " Eu sou a cabra cabressa, e a esta casa não volto eu tão depressa."

Gosto das palavras inventadas para fazer as rimas. Gosto do livro. Gosto de quem lho ofereceu. Obrigada a quem o dramatizou na festa de anos da Luísa. Adorei!





5 comentários:

Anónimo disse...

E o boi que afinal era uma vaca!!!

Mas eu sempre quis fazer de vaca...
:(
:))))))))

Gaivota disse...

Gostei muito da dramatização ;)

E foi giro porque em miúda gostava muito dessa história e já não me lembrava dela!

Mia disse...

E o coelhinho branco afinal até teve de fugir da cabra cabrer que pôs o Tomé com febre mesmo ao entardecer!
Outras histórias virão;)

beijocas grandes
(pensamos que o pior já passou, obrigada)

Cristina disse...

:) Já ouvimos contar mas a Leonor não atinou com a história...

Cristina

VioletaMota disse...

Foi muito divertido!
Adorei!
Um espectador muito atento que por lá estava disse-me que gostou muito da cabra!!!

Soube-me tão bem...